quinta-feira, 29 de abril de 2010

Aos meus olhos

Este é um dos homens mais bonitos a pisar a superfície da Terra.


Com a minha pontaria, já devem imaginar.
Gay. Da ponta dos cabelos às unhas dos pés.

Agora está velho e gordo.
Bem feito.
É o preço de nem sequer me ter dado uma oportunidade.

:)

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Inveja

Há quem lhe inveje a carreira.
Outros o dinheiro.
A eterna juventude.
E blábláblá.



Eu invejo-lhe as virilhas de seda.

À beira das dela, as minhas queridas amigas parecem um ouriço.
Apesar de verem cera de três em três semanas.

domingo, 25 de abril de 2010

No vazio

Também se aprende a viver nele.
Com ele.


Um dia, eu sonhei que era embrião. E a minha placenta era o planeta Terra.

Eu. No vazio. Mas ligada ao mundo.

Quando não tenho palavras, vou ao Paint fazer bonecos.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

No Serviço de Medicina

O ar é uma mistura de cheiros.

De gente que não sai da cama.
De gel de banho e de creme.
De gente que não se sente.
De deteregente para o chão.
De gente.
De álcool.
De gente.
De gente.

É engraçado. Como aprendemos a gostar.

:)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

O delírio continua...

Eu sonho com cheesecake de morango.
E sinto-lhe o sabor.

Se o meu meu querido S. me visse agora, de fato de ballet justinho ao corpo, e de coxas à mostra... Será que virava heterossexual e fazia o favor de me dar um beijo na boca?

sábado, 17 de abril de 2010

A minha cabeça

Que já não bate muito bem, agora pirou de vez.

Para quem não sabe, estou a fazer uma dieta super-poderosa-eficácia-comprovada, que vai fazer a Soraia Chaves apaixonar-se perdidamente por mim.
A falta de glicose no meu cérebro tem-se traduzido em ideias ainda mais parvas do que é costume. Que me acompanham o dia todo. Até quando vou dormir e sonho com elas.

Então.
Eu, a S. e o G. no Hesburguer de Savonlinna. (M. és o meu preferido, mas desta vez não entraste no sonho)
Eu peço um Menu com tudo a que tenho direito: Coca-Cola, batatas-fritas e hamburguer vegetariano.
Como tudo, feliz da vida.
O diálogo que se seguiu foi mais ou menos assim:

S. - Ai, ai ai! Já fizeste asneira!
Eu - Esqueci-me! Esqueci-me que estou a fazer dieta! Comi sem pensar. Porque é que não me lembraste mais cedo?

E depois acordei.
Que alívio!

Conclusão. Eu tenho uma relação profundamente emocional com a comida.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Nomes

Não costumo citar nomes no meu blog.
Mas abro aqui um parênteses.

À Diva, à Filipa e à Tânia fica o meu muito obrigada.
Por se terem partilhado comigo e por, tão pacientemente, terem cuidado de mim.

:)