Podem dizer o que quiserem.
Que ela é uma ordinária.
Que imita a Madonna.
Que é feia e que parece um travesti.
Para grande infelicidade da minha mamã eu nasci uma pervertida.
Gosto muito de ver homens musculados em tacão alto.
A usarem chicotes e a simularem sexo sadomasoquista.
E, melhor ainda, a dançarem bem.
Não sou da opinião que a parcela menos tolerante da sociedade tem-de-levar-com-isto-e-pronto.
Há sempre a opção não ver o videoclip. Ou mudar de estação de rádio quando ela está a cantar. Ou não comprar os cd's dela. Ou ainda falar mal dela e tentar convencer os nossos amigos a não gostarem.
Para mim, o Alejandro e o Dominique merecem o mesmo respeito.
domingo, 15 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Hoje tenho muitas coisas a dizer
Eu nunca vejo televisão.
Mas ontem, à conversa com a C., descobri a existência deste programa.
Tenho muita pena de não me ter informado com antecedência dos castings.
Juro que ia lá com este corpinho. Anca de um metro, calças 40 e rabo empinado.
O meu objectivo: cegar a Fátima Lopes dos dois olhos.
Mas ontem, à conversa com a C., descobri a existência deste programa.
Tenho muita pena de não me ter informado com antecedência dos castings.
Juro que ia lá com este corpinho. Anca de um metro, calças 40 e rabo empinado.
O meu objectivo: cegar a Fátima Lopes dos dois olhos.
Obrigada, professor A.
Se bem me lembro das aulas de Anatomia do 1º ano da faculdade, em cada perna humana existem duas veias safenas.
A grande safena, safena interna ou safena magna.
E a pequena safena, safena externa ou safena parva.

Segundo o doutor, na minha perna direita verifica-se "ectasia e tortuosidade, blábláblá-whiskas saquetas, grande safena incompetente...". Que é como quem diz tens-22-anos-mas-vais-à-faca-porque-tens-pernas-em-pior-estado-do-que-as-da-tua-própria-mãe.
Acho que em vez de grande safena, lhe vou chamar grande safada.
Outra coisa.
A safena magna não dá uma p'ra caixa.
Mas a parva funciona que é uma maravilha.
Será que é daí que vêm algumas ideias minhas? :)
A grande safena, safena interna ou safena magna.
E a pequena safena, safena externa ou safena parva.

Segundo o doutor, na minha perna direita verifica-se "ectasia e tortuosidade, blábláblá-whiskas saquetas, grande safena incompetente...". Que é como quem diz tens-22-anos-mas-vais-à-faca-porque-tens-pernas-em-pior-estado-do-que-as-da-tua-própria-mãe.
Acho que em vez de grande safena, lhe vou chamar grande safada.
Outra coisa.
A safena magna não dá uma p'ra caixa.
Mas a parva funciona que é uma maravilha.
Será que é daí que vêm algumas ideias minhas? :)
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Eu fui ao Sudoeste e...
Emocionei-me um bocadinho.
Armei-me em modelo fotográfico.
Music makes the people come together.
:)
No Porto
O Porto é para mim, que sou da terrinha, uma cidade muito-muito confusa. Perco-me com facilidade, apesar de ter sido um verdadeiro GPS para as minhas queridas amigas, quando estávamos na Finlândia.
Os mendigos não nos deixam comer. Pedem-nos dinheiro nas esplanadas. Sem dedos; braços estropiados. Usam os olhos tristes dos filhos que têm. O que em gente como eu funciona sempre.
As pessoas falam-me em inglês, só porque trago comigo o mapa da cidade. E - não vou mentir - aproveitei-me disso.
Infelizmente, o típico portuguesinho só trata bem os turistas estrangeiros.
Se eu pedir uma salada, se faz favor, demoram meia-hora para me servir. Esquecem-se dos talheres e do guardanapo. Perguntam-me se quero alguma coisa para beber depois de acabar a refeição.
Se eu pedir one salad, please, demoram a mesma meia-hora, mas os talheres, o guardanapo e a bebida vêm ao mesmo tempo. Dizem-me enjoy your meal e fazem-me vénias.
Quem me conhece sabe que eu deixo gorjetas. Sempre.
Mas prefiro dar dinheiro a gente simpática. Por isso, faço-me de parva para ser bem atendida e ainda dou dinheiro a quem ganha uma mixaria.
Eu sei bem o que é a exploração humana nos cafés com esplanada, em pleno Verão.
De qualquer forma, sempre fui simpática com os meus clientes. Mesmo quando me pediam um café e queriam que eu adivinhasse que era curto e com adoçante.
Os mendigos não nos deixam comer. Pedem-nos dinheiro nas esplanadas. Sem dedos; braços estropiados. Usam os olhos tristes dos filhos que têm. O que em gente como eu funciona sempre.
As pessoas falam-me em inglês, só porque trago comigo o mapa da cidade. E - não vou mentir - aproveitei-me disso.
Infelizmente, o típico portuguesinho só trata bem os turistas estrangeiros.
Se eu pedir uma salada, se faz favor, demoram meia-hora para me servir. Esquecem-se dos talheres e do guardanapo. Perguntam-me se quero alguma coisa para beber depois de acabar a refeição.
Se eu pedir one salad, please, demoram a mesma meia-hora, mas os talheres, o guardanapo e a bebida vêm ao mesmo tempo. Dizem-me enjoy your meal e fazem-me vénias.
Quem me conhece sabe que eu deixo gorjetas. Sempre.
Mas prefiro dar dinheiro a gente simpática. Por isso, faço-me de parva para ser bem atendida e ainda dou dinheiro a quem ganha uma mixaria.
Eu sei bem o que é a exploração humana nos cafés com esplanada, em pleno Verão.
De qualquer forma, sempre fui simpática com os meus clientes. Mesmo quando me pediam um café e queriam que eu adivinhasse que era curto e com adoçante.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
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